segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Maior Desafio

Após desafio da Fundação Jorge Antunes para participarmos no projecto EFAcil-ler, que tinha como objectivo o incentivo à leitura, escolhemos o livro O Rapaz do Pijama às Riscas, de Jonh Boyne. Esta leitura levou-nos até à segunda edição da Maior Aula do Mundo na Escola Secundária de Vizela.

O tema do nosso trabalho foi, “Nós, as Crianças dos Pijamas às Riscas” e como tal estávamos todos vestidos de pijama às riscas. Estávamos todos muito nervosos mas prontos para fazer a apresentação deste tema. Subimos ao palco e o Zé Manel fez a introdução ao trabalho. De seguida o Tó apresentou o Casamento à Nascença. Seguidamente eu li a carta que escrevi dirigida ao meu primo, pondo-me na pele de uma adolescente grávida. Esta tinha como tema “Gravidez na Adolescência”. Posteriormente a Cristina fez-se passar por Maria, uma menina de 7 anos que apanhava algodão, tema “Trabalho Infantil”. Depois foi a vez de a Mariana apresentar seu trabalho, “Meninos de Rua”. Seguidamente o Joaquim apresentou o tema “Meninos Soldados”. Logo depois foi a vez do S. Gomes que apresentou um poema “Chaga sem Cura”, o tema era “Pedofilia”. Este poema foi declamado pela colega Fernanda. Para terminar o Roberto cantou uma música composta por ele. Com o tema “Abandono pelos Progenitores”. Gostei imenso da nossa apresentação e sei que foram trabalhos feitos com muito gosto e muita dedicação.
É razão para dizer, como André Maurois, “a leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde”. A nossa alma respondeu com esta apresentação, à leitura do livro “O Rapaz do Pijama às Riscas”.
Isabel Ribeiro

Mass Média

Sem dúvida os Mass Media têm muita influência e poder nas opiniões das pessoas e cada vez mais dependemos dos meios de comunicação, que estão quase todos interligados; convivem com a Politica, Economia e Governo porque dependem de subsídios do Estado e da publicidade para viverem.

Vejamos os telejornais das televisões e rádios, vão para o ar às 13 e 20 horas para que o maior número das pessoas possam ver e ouvir na hora de almoço e jantar, para continuamente nos bombardearem com as notícias e actualidades, influenciando a opinião das pessoas.

No caso de Portugal, temos os Média públicos e privados, mas na minha opinião deveriam ser todos privados e independentes, deviam mostrar as notícias boas e más do País e do Mundo.

Na televisão vejo programas desportivos, telejornais, entrevistas e reportagens sobre a natureza, mar, vida animal e informativos como, por exemplo, o Nós por Cá. Dou credibilidade à televisão, já aos Mass Média escrita dou pouca credibilidade. Acontece várias vezes as pessoas dizerem uma coisa e os jornalistas escreverem noutro contexto, para ter mais impacto e venderem mais. Procuro sobretudo obter informação através da conversa com as pessoas, televisão, jornais e internet para ter uma opinião formada e independente, sobre assuntos da minha vida do País e o mundo.

António Gomes

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Meditação sobre a Maior Aula do Mundo

O hábito da leitura pode ser adquirido em qualquer época da vida de qualquer pessoa. É certo que os alunos, jovens e adultos, na sua maioria trabalhadores, não tiveram uma formação ou preparação para esse hábito tão indispensável nas suas vidas. Os livros podem ser os seus aliados nessa luta pelo desenvolvimento e crescimento intelectual. A leitura é indispensável para o conhecimento das várias formas de expressão, enriquecimento de vocabulários e também de diversão. É necessário incentivar os alunos, (jovens e adultos) a adquirir o hábito de leitura, uma vez que a maioria revela dificuldades de concentração. Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo deve ser o principal projecto dos nossos governantes e os professores são os instrumentos para atingir os fins.
Tó Bento

A Maior Aula do Mundo

Pois é, a hora da maior aula do mundo chegou! Na plateia estavam muitas pessoas. Assistimos a algumas actividades das outras turmas e a hora da nossa actividade estava quase a chegar. Tenho que salientar a presença da Dona Elvira que, embora cega, é uma pessoa que vê a educação de uma forma intensa e tão essencial para a sua vida e para a vida de todos, como suprir as necessidades básicas. Outra actividade que me sensibilizou foi a da alfabetização, pela forma como traduziram a realidade de outrora, que os impediu de frequentar a escola, de forma alegre, através de quadras musicadas. A educação é sem dúvida alguma essencial a todos e todas.

O momento da nossa entrada chegou, por mais estranho que parecesse não me sentia nada nervoso como em outras apresentações que fiz em núcleos anteriores. Subimos ao palco para sensibilizar os presentes sobre o tema “EDUCAÇÃO PARA TODOS E PARA TODAS”, e a importância da educação para esse fim. O meu colega Zé Manuel faz a abertura do power point e muito bem, de seguida entra o meu amigo Tó com casamento à nascença, seguindo-o a Isabel com a “sua” gravidez infantil, logo depois entra a Cristina representando trabalho infantil, a quem eu dou os meus parabéns pela forma tão sentida como representou, segue a Mariana com meninos de rua, muito segura, em cena entra o Joaquim com meninos soldados, uma boa chamada de atenção, segue o Gomes com pedofilia infantil onde a Fernanda lê uma bela poesia falando sobre uma mãe que viveu um caso de pedofilia/incesto dentro das próprias portas, e por fim entro eu com uma canção sobre abandono dos progenitores.

Foi uma noite emocionante, gostei de tudo em geral, mas saliento a emoção que senti em ter participado. Acho que a nossa turma esteve muito bem nessa noite, com muita calma, descontraída e muito segura do seu trabalho.
Roberto Faria

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mass media e Tecnologias de Informação e Comunicação

Os mass media representam uma época em que o fluxo de comunicação é característico, pois o receptor das mensagens limita-se precisamente a esse papel, pertencendo a uma massa irregular, sem capacidade de resposta. O emissor, os mass media, são um todo-poderoso, pois estes visam salutares formas de comunicação, através das quais usamos o tempo de utilização com carácter invariável.
Os mass media, televisão, rádio, internet, jornais, etc. São estruturas altamente organizadas que pretendem satisfazer as preferências dos vários sectores do público. Os estudos sobre mass media percorreram várias áreas nomeadamente o problema da manipulação, a questão da persuasão e o estudo da sua influência, até chegar ao debate das sua funções. Neste último, o interesse recai sobre a dinâmica do sistema social e o papel dos meios de comunicação social na sociedade. Segundo estudos sobre funções psicológicas e sociais, existem cinco necessidades, que os mass media não satisfazem:

Necessidades cognitivas;
Necessidades afectivas e estéticas;
Necessidade de integração a nível de personalidade;
Necessidade de integração a nível social, mais contactos a nível pessoal, de família e amigos;
Necessidade de evasão, aliviar as tensões e atenuar os conflitos.

Com o intuito de satisfazer estas e outras necessidades, decidi então voltar à escola para melhor integração no futuro que é cada vez mais exigente. Assim vou poder poupar tempo e dinheiro, aprendo a trabalhar melhor com as novas tecnologias para mais facilmente estar apta a novos desafios que ao longo do tempo me possam aparecer. Posso agora aceder a instituições como, a Segurança Social, o Portal do Cidadão, Portal das Finanças, organismos onde até agora passava horas na fila para poder ser atendida. E um dia que tenha filhos vou poder ajudá-los e ensiná-los também.

Isabel Ribeiro

Mass Média e as novas tecnologias da informação e comunicação

Os mass media têm uma grande influência na vida da nossa sociedade. Hoje, os mass media desempenham uma função que não tinham há anos atrás. Se dantes reportavam decisões e atitudes, hoje interpretam directamente e de uma maneira activa essas decisões. As pessoas têm aparentemente maior participação nessas decisões mas na prática muitas vezes isso não acontece, porque os media são propriedade de grupos com interesses económicos e políticos determinados, reportando claramente esses interesses do que propriamente o da sociedade. Dadas as novas tecnologias e a capacidade de influência que os media têm, este problema é fundamental nos dias de hoje.
A rádio a televisão e internet, entre outras são os meios de comunicação existentes nas sociedades contemporâneas. Estes meios de comunicação evoluem constantemente quanto à velocidade das informações atingindo um grande número de pessoas. Estes meios de comunicação exercem uma grande influência a vários níveis, na mentalidade da população, podendo essa influência ser visível no campo emocional ou até mesmo financeiro. Eles entram em nossas casas com um poder enorme, pois até podem dizer mentiras mas da forma que o fazem, essas mentiras tornam-se verdade. Com isto percebemos o quanto os media têm influência sobre a sociedade.

Mariana Teixeira

segunda-feira, 3 de maio de 2010

mass media e tecnologias de informação e comunicação

Existem prós e contras em todo este mundo. Os mass media assumem uma importância preponderante, direi mesmo decisiva, no modo como a sociedade se comporta em todos os aspectos da sua vida. Desde crianças que somos influenciados inconscientemente pelos meios de comunicação social. Através da publicidade, conseguem levar a um consumismo, muitas vezes, desnecessário. Por outro lado, os filmes, as novelas, ditam as tendências da moda e, muitas vezes, a maneira de estar e a personalidade das pessoas.

Um ídolo Mundial seja em que actividade for, só o é devido às tecnologias de informação e comunicação. Estas tecnologias são as responsáveis por toda a informação que recebemos ou não. Deste modo têm um grande poder, pois podem adulterar a verdade; uma mentira dita muitas vezes e de forma convincente tornasse uma verdade. Hoje em dia o sucesso de uma marca, de um músico de um político não é possível sem o apoio e a divulgação dos mass media. O lado positivo, é que a única maneira de sabermos o que se passa no Mundo, e acompanharmos a evolução da sociedade, é através dos mass média. Podemos através das tecnologias de informação como a internet fazer quase tudo, desde controlar contas bancárias, pedir documentos como BI, carta de condução, fazer o IRS etc. Tornando assim a nossa vida muito mais fácil.

José Pedrosa

sábado, 27 de março de 2010

A Sociedade da Informação

A Primeira Vaga de mudanças, inaugurada pela revolução agrícola há 10 mil anos, provocou a transição do sistema de caça e recolecção a para as grandes sociedades agrícolas do passado. A Segunda Vaga de mudanças, provocada pela Revolução Industrial há cerca de trezentos anos, engendrou uma nova civilização baseada em organizações fabris. Ela ainda se está disseminando em algumas partes do mundo, pois centenas de milhões de camponeses, desde o México até a China, continuam chegando às cidades em busca de empregos pouco especializados nas linhas de montagem das fábricas.

Porém, ao mesmo tempo em que a Segunda Vaga se desenrola no cenário mundial, os Estados Unidos e outros países já estão a sentir o impacto de uma gigantesca Terceira Vaga, baseada em parte na substituição na economia da força braçal pela economia da força mental. Contudo, a Terceira Vaga diz respeito a mais do que apenas tecnologia e economia. A transição de uma economia baseada na força bruta para uma baseada na força cerebral é acompanhada de dolorosos deslocamentos sociais, culturais, institucionais, morais e políticos.

A Terceira Vaga ajuda-nos a explicar por que tantas instituições da era industrial – das grandes corporações aos governos – se tornaram dinossauros prestes a dar o último suspiro. É por causa dela que os Estados Unidos e a Europa enfrentam crises simultâneas em todas frentes – desde o sistema educacional, de saúde e familiar, até o sistema judicial e político. Esses sistemas foram concebidos para funcionar numa sociedade industrial de massas, mas, neste novo milénio, esse tipo de sociedade já ficou para trás.

Alvin e Heidi Toffler

segunda-feira, 22 de março de 2010

Arte, uma necessidade na vida humana

O conceito de arte tem muito que se lhe diga. Todos nós precisamos de uma maneira ou de outra, de um pouco de arte na nossa vida. Podemos para isso gastar muito dinheiro ou não. Disso também vai depender muito a nossa situação financeira. No nosso dia-a-dia, nas mais pequenas coisas que fazemos, se repararmos, produzimos arte sem darmos por isso. Todas as mulheres gostam de ter uma casa limpa e arrumada, quartos com camas bem-feitas, tapetes, cortinados, candeeiros, molduras com fotos de toda a família, salas com conforto, jarras e/ou plantas com flores, no fundo uma casa confortável e bem decorada. Tudo isto é arte.

No meu caso particular, gosto de bordar, fazer trabalhos para usar em minha casa e para oferecer a familiares e amigos. Não gosto de ser pressionada para fazer este ou aquele trabalho, nem de repetir, gosto de criar. Pegar num bordado que vi e gostei, adaptar para cortina, toalha ou pano.Também gosto de fazer quadros em ponto de cruz com figuras da Disney para crianças e adoro cozinhar, fazer bons petiscos e bolos, decorados ao meu gosto. Como nos bordados, não gosto de seguir nenhuma regra. Fazer tudo isto para mim é um prazer, principalmente quando ouço os elogios, estes servem de incentivo para continuar.

Nestes tempos de crise, em que muitas famílias mal têm dinheiro para comer, pedirmos ao Estado para financiar a Arte, se calhar é um erro. Mas o que é certo é que a Arte é necessária na vida de um ser humano. Considero até que é um bem de primeira necessidade, não sendo para isso necessário gastar muito dinheiro. Se usarmos a nossa criatividade, o nosso bom gosto e um pouco do tempo que temos disponível, podemos criar Arte.

Fernanda Ferreira

segunda-feira, 15 de março de 2010

A influência dos mass media na nossa sociedade

Os mass media têm uma grande influência na vida das populações, pois através dos vários meios de comunicação, os mass media conseguem transmitir e moldar a opinião social. Através de publicidades, notícias e outras coisas, os mass media podem influenciar a opinião pública sobre um determinado tema, ou até mesmo levar a população ao consumismo. Presentemente, os média desempenham uma função que não tinham há anos atrás. Se antes reportavam decisões e atitudes, hoje interferem directamente e de uma maneira activa nessas mesmas decisões.
Os cidadãos têm, aparentemente, maior participação nessas decisões, mas na prática muitas vezes isso não acontece. Porque os média são propriedade de grupos com interesses económicos e políticos, reportando mais claramente esses interesses do que propriamente os dos cidadãos.

Dadas as novas tecnologias e a capacidade de influência que os média têm, este problema é fundamental nos dias de hoje. Hoje, não podemos falar de uma opinião pública nos termos em que se falava. A opinião pública julga pensar autonomamente em função da mensagem que lhe é transmitida, mas esta é previamente determinada para ela. O que se considera como opinião pública não é mais nem menos que a opinião do poder económico, político e mediático. Os povos nunca estiveram tão condicionados pelos interesses das agências de publicidade, televisão, jornais e revistas. Um exemplo? Portugal, que está a atravessar um dos períodos mais negros da sua história em todos os campos, desde o político, passando pelo social, económico, até ao moral, mesmo assim uma sondagem feita à opinião pública dá a vitória nas próximas eleições ao causador deste descalabro todo, o partido do governo.

O homem já deixou de ter influência no rumo das coisas, e isso aconteceu com a difusão da imprensa, foi substituído pelo grande capital e os meios de comunicação ao serviço desse mesmo capital. Com isto não é de admirar que tenha aparecido o pensamento único, o pensamento actual no momento histórico em que vivemos. Há meios de comunicação alternativos e livres onde se pode expressar uma opinião diferente, mas esses não chegam ao grande público nem estão em condições de nos defenderem da técnica de manipulação e desinformação praticadas diariamente pelos mass media. Notam-se algumas diferenças ideológicas entre alguns sectores da comunicação social, mas no fundo todos apoiam a ideologia dominante, digam-se de esquerda ou de direita. Não nos mostram os verdadeiros problemas do Mundo nem as suas gritantes injustiças. Em conclusão para mim o leitor não se pode deixar manipular, se isso lhe acontecer deixa de ser um cidadão livre.

Tó Bento

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)


A evolução das tecnologias de informação e da comunicação impõe uma redefinição do espaço de trabalho. Hoje é mais rápido enviar um e-mail do que uma carta por correio. Cada vez menos será o trabalhador a deslocar-se ao trabalho, e cada vez mais será o trabalho que virá até ao trabalhador. Trabalhar a partir de casa parece ser cada vez mais a hipótese acertada numa altura em que a flexibilidade se tornou num dos assuntos na ordem do dia. O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia na troca de informação.

O acesso a redes dentro e fora das empresas, a videoconferência em rede local, a utilização partilhada de documentos em tempo real, a redistribuição de chamadas telefónicas, são alguns exemplos destas novas tecnologias. As novas tecnologias de comunicação trouxeram enormes vantagens aos mais diversos sectores da sociedade. São muitas as vantagens e desvantagens tanto na sua forma “física” como nas bases que os disponibilizam.

Quem diria que um telefone, um rádio, uma televisão e até um computador se transformariam em equipamentos tão portáteis capazes de serem carregados no bolso? A tecnologia evolui cada vez mais e quando o consumidor pensa que não há mais como inovar, eis que surge uma tecnologia mais moderna. São os telemóveis, os computadores portáteis, as televisões de alta resolução com ecrãs de plasma, os aparelhos tocadores de MP3, as impressoras, as câmaras de filmar e as máquinas fotográficas digitais, os aparelhos electrodomésticos e os automóveis que contém cada vez mais funções, diminuem o tamanho e aumentam a sua utilidade, justamente para facilitar a vida do usuário.

Estas novas tecnologias estão anexadas ao computador, que revolucionou todas as formas de comunicação e produção. Na era digital, o indivíduo pode partilhar a mesma tecnologia independentemente do local onde estiver: em casa, no trabalho, em viagem, nas compras ou realizando transacções bancárias. A evolução tecnológica estará sempre em constante evolução e aperfeiçoamento. Isso faz com que muitos questionem: há como sobreviver sem utilizar a tecnologia? Segundo os especialistas, a resposta é não. “Não podemos viver sem ela". A utilização dessa tecnologia já está implementada na cultura de todos os povos.

Há realidades diferentes no acesso aos novos equipamentos, mas eles estão em todos os lugares. Por mais que alguém diga que não convive directamente com essa tecnologia é preciso lembrar que o simples acto de ir ao banco, pagar um estacionamento com um bilhete magnético ou cartão electrónico, usar o telefone, ver televisão, sair à rua e expor-se às dezenas de câmaras que nos monitorizam em toda parte, insere qualquer cidadão nesse mundo moderno.
Roberto Faria

a importância dos "mass media"

Os Mass Media são sistemas organizados de produção, difusão e recepção de informação. Os principais exemplos de "Mass Media" são as revistas, a rádio, a televisão, a internet, os jornais, livros, multimédia, etc. É através destes meios de comunicação que recebemos informação, divulgação de programação e publicidade.
Os Mass Media infiltraram-se na nossa vida e vieram influenciar a nossa sociedade, todos os dias somos bombardeados com muita informação, por vezes essa informação pode ser enganosa.

Uma das mais importantes características dos meios de comunicação é a sua rapidez, atingindo o maior número de pessoas no menor espaço de tempo, principalmente se se tratar de um acontecimento de grande importância social. A publicidade de notícias e a divulgação de eventos culturais têm um impacto extremamente positivo na sociedade, porque cria atitudes e hábitos que são úteis às sociedades, mantendo-as informadas e actualizadas. Os Mass Media fazem com que estejamos ligados a todo o mundo e informados sobre os acontecimentos da sociedade.
Roberto Faria

sábado, 13 de março de 2010

mass media


Nas sociedades contemporâneas, os cidadãos recebem informações e formam a sua própria opinião política essencialmente por intermédio dos media e, principalmente, pela televisão. (...) Os principais meios de comunicação são, numa sociedade democrática, representados essencialmente por grupos empresariais, cada vez mais concentrados e globalmente interligados, embora tenham, ao mesmo tempo, grande diversificação e se orientem para mercados segmentados. A principal fonte de rendimento do negócio dos media é a publicidade e, por isso, eles precisam de estar suficientemente próximos da economia, da política e do Governo para terem acesso à informação, usufruir das regulamentações para a imprensa e, como ocorre em vários países, gozar de subsídios consideráveis. Por outro lado, citando Castells, devem também assumir uma posição suficientemente neutra e distante para preservarem a sua credibilidade, actuando como intermediários entre cidadãos e partidos na produção e consumo de conteúdos de informação, nas bases da formação da opinião pública, das eleições e dos processos de decisão política.

(...) Importa realçar que não se pode dissociar os diferentes media: imprensa escrita, rádio e televisão. Como diz Ramonet, hoje em dia eles estão interligados, funcionando em círculo, os media repetindo os media, imitando os media. Relativamente ao poder, há que ter em consideração a crise que este atravessa. Estamos a passar de um poder vertical, hierarquizado e autoritário para um poder horizontal, em rede e consensual. Crise, dissolução, dispersão do poder. Dificilmente sabemos já onde ele se encontra. Muitos são os autores que defendem que os media e o poder estão juntos numa crise de valores e de postura na sociedade, pelo que importa questionar, neste contexto, o que acontece à imprensa e à informação, das quais se disse, durante muito tempo, constituir o quarto poder, por oposição aos três poderes tradicionais – legislativo, executivo, judicial – definidos por Montesquieu?

R. Lopes, O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea

segunda-feira, 1 de março de 2010

A arte faz parte de mim!

A Grandeza de uma obra de arte está fundamentalmente no seu carácter ambíguo, que deixa ao espectador decidir sobre o seu significado.

A arte é uma criação humana de valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, a sua história, os seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos mais variados conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitectura, etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Actualmente alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para se comunicar. O homem criou objectos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objectos são criados por serem interessantes ou possuírem um carácter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objectos e cenas.

O que posso dizer, o que entendo por arte? É tudo aquilo que "vejo" e me agrada, ou admiro; a arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.

Como faço arte e para que a uso? A sua função pode ser decorar o mundo, para espelhar o nosso mundo (naturalista), para ajudar no dia-a-dia (utilitária), para explicar e descrever a história, para ser usada na cura doenças e para ajudar a explorar o mundo.

Para mim a arte é definida por estas Imagens!

Joaquim Pedrosa

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Educação para Todos e para Todas

Perante os Núcleos Geradores TIC e Saberes Fundamentais, facilmente nos decidimos pelo Tema de Vida a desenvolver:

“Educação para Todos e para Todas”.

Para responder a este desafio, nada melhor do que o confronto com a realidade do Mundo dos mais pequenos. Decidimos, a partir de pesquisas que efectuamos, ultrapassar obstáculos visto que não lidamos pessoalmente com esta realidade.

Porque queremos juntar mais pessoas à nossa actividade, decidimos convidar todos os que queiram participar na ilustração de cada um dos temas.

Se estiveres interessado(a), por favor contacta as formadoras:

alexandrafernandes@esvizela.edu.pt ; ou elodiacanteiro@esvizela.edu.pt

Todas as ilustrações têm de ficar prontas até ao dia 20 de Abril.

Na “Maior Aula do Mundo”, que se realiza no dia 20 de Abril, iremos apresentar pela primeira vez a nossa actividade onde serão abordados os seguintes temas:

- Abandono pelos Progenitores;
- Casamento à Nascença;
- Pedofilia;
- Segregação Racial;
- Meninos Soldados;
- Gravidez na Infância;
- Prostituição Infantil;
- Meninos de Rua;
- Tráfico de Droga;
- Trabalho Infantil;
- Maus tratos infligidos à criança;
- Orfandade.

A segunda apresentação será no dia 8 de Maio (sábado), na Praça da República, em Vizela durante a manhã.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Arte é Importante

Eu gosto da arte e sou consumidor.

A Arte é importante e tem um trabalho educativo, pois procura, através das tendências pessoais, encaminhar a formação e o gosto, estimula a inteligência e contribui para a formação da personalidade da pessoa.
A importância da Arte para mim é a Beleza, a capacidade de unir várias classes sociais, um meio de comunicação entre as pessoas e os povos. O contacto com a arte e outras culturas dá-me oportunidade de perceber as diferenças, e também de ter outra visão do mundo que me rodeia, e eu sinto-me mais enriquecido.

Eu vejo-me como um artista quando, por exemplo, estou a fazer trabalhos de jardineiro, agricultor, cozinheiro, empregado de mesa, mecânico, electricista, pintor, trabalhador da construção civil… Ou seja, em tudo o que faço procuro a Beleza. Mas também sou consumidor de arte quando compro música, filmes, livros, adornos, quadros em tela pintados e em quase tudo que tenho em casa... Arte é também Educação e está em todo lado. Na música, no teatro e na dança, na literatura… Enfim, a arte inventa um mundo de cores, formas e volumes, texturas. É sempre inspirada nas emoções e opiniões do artista assim como pelos acontecimentos mundiais e nova tecnologia, o futuro da arte depende do futuro da vida na terra… Mas sei que muitas famílias passam por dificuldades, e colocam para segundo plano o consumo da arte, em troca de bens essenciais, e eu compreendo perfeitamente.
António Gomes


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

É necessario apoiar a arte

Há quem diga que a Arte não é necessária e por isso não concordam com aos apoios governamentais! Não estou de acordo. Sei que a criação de arte nem sempre necessita de gastos muito expressivos, no entanto nem sempre é assim, por exemplo: a realização de um filme ou de uma peça de teatro obriga muitas vezes a um grande investimento.

Nos dias de hoje, não é fácil ter como profissão a criação de arte, visto que não é um bem de primeira necessidade, o que leva a uma redução da sua procura; por isso entendo que, agora mais que nunca, a necessidade do dito apoio financeiro é fundamental. Compreende-se a preocupação com as prioridades em tempos difíceis; por outro lado, não deveríamos deixar de ser consumidores de arte porque é dela que tiramos o estímulo para enfrentar a crise que atravessamos. Sinto uma grande necessidade de criar. Felizmente que não necessito de disponibilizar grandes quantias de dinheiro e até consigo recuperar os gastos com algum lucro. Independentemente do rendimento financeiro, hoje, para mim, a criação de algo é uma terapia, uma grande ajuda para enfrentar o dia-a-dia.

Arte em minha opinião é tudo que o homem cria com objectivo de prender o olhar, de mostrar o belo apenas com o toque, de fazer vibrar apenas com o ouvir. Em conclusão, é necessário apoiar a arte, ela é soro para a vida e nela podemo-nos expressar sem obedecer a regras impostas.
Cristina Alves

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Arte é beleza

A Arte é beleza porque procura buscar o bem-estar psicológico, intelectual e visual. Quem produz Arte, procura fazer o que acha belo.

Há artes que são muito dispendiosas. Mas nem todas artes requerem gastos excessivos. Podemos fazer, belas e grandes obras de Arte até no nosso tempo livre. Num passeio, numa brincadeira ou até mesmo numa experiência de vida. E como cultura e Arte estão interligadas e o nosso país tem um Ministro da Cultura, sou a favor que hajam algumas ajudas nesse sector. Eu gosto de Arte e como tal sou consumista da mesma. Produzo pequenas "obras de arte," que dificilmente outros acharão que estou a fazê-lo. Mas faço-o. E sinto-me bem psicologicamente. Como consumidora não faço muitos gastos, além de comprar alguns livros. Leio porque tenho gosto pela leitura e a cada página que viro sinto que vou ficando mais culta. Ouço muita música porque me faz sentir bem. Quando estou triste o meu refúgio preferido são as ondas projectadas através das colunas do rádio, que me levam até uma imensa paz de espírito.
Isabel Ribeiro

A arte serve para nos fazer sentir bem.

A arte serve para nos fazer sentir bem.

Para mim a Arte pode estar em tudo aquilo que se faz, desde a simples decoração de um quarto, numa casa, até à composição da letra de uma música, por exemplo. Dentro das mais variadas formas de arte que nos podem fazer sentir bem eu destaco a música.
Para mim a música é capaz de despertar os mais variados sentimentos e emoções, tem o poder de alterar o estado de espírito das pessoas e é uma arte capaz de criar uma harmonia momentânea entre as pessoas e o Mundo.

A música tem a capacidade de nos fazer sonhar, tem a capacidade de nos fazer chorar e também tem a capacidade de unir as pessoas, sejam elas pretas ou brancas, ricos ou pobres, a música move multidões, como é o caso dos concertos, ou dos festivais que se espalham por todo o país.
Por tudo isto e mais algumas coisas sou um consumidor deste tipo de arte, gosto de comprar música e até coleccionar os álbuns de certas bandas com as quais eu me identifico, como os “grandes” U2, ou os DOORS, também gosto de Reggae, mais propriamente do “imortal” BOB MARLEY.

É claro que, este meu gosto, fica por vezes, e “infelizmente” condicionado à minha situação financeira, uma vez que não é um bem de primeira necessidade e nem sempre posso dar cerca de 20€ ou mais, por um CD, acho que a música devia ser mais barata para o consumidor final, pelo menos é essa a minha opinião, visto que lhe dou muita importância na vida.
Fernando Martins

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A Arte é Dispendiosa

Eu acho que em tudo o que a gente faz existe um pouco de arte.
Mas o tipo de arte, isto é a bela arte para o qual tenhamos de comprar materiais, que são extremamente caros e com a economia no estado que está é difícil conseguir comprar tintas para pintar quadros; vou dar o meu exemplo. As pessoas fazem encomendas, mas quando dou o orçamento ficam um pouco reticentes. Também só consigo pintar quando estou inspirada e isso só acontece praticamente quando estou triste. O meu estado de espírito conta muito para tudo o que faço. Eu penso que o estado devia financiar a arte pois a arte é importante para a nossa vida, principalmente para nós jovens que gostamos de arte. Eu adoro pintar mas não tenho orçamento para o fazer pois não tenho emprego. Pinto apenas quando tenho encomendas, ou então dedico-me a pintar roupa, pois os materiais são bem mais em conta.

A arte é muito importante embora muita gente pense que somos pessoas inúteis que trabalhar com pintura, dizem não ser maneira de ganhar a vida. Acho que toda a gente gosta de arte, umas de uma arte outras de outra, mas a “bela” nem toda a gente acha aquele tipo de arte é útil.
Também gosto de teatro, de música e de ballet se tivesse um orçamento maior ia ao teatro e a concertos todos os dias, mas como não tenho possibilidades para isso, vou sempre que posso. Já fiz ballet mas cresci e tinha vergonha de dizer que o fazia; achava que era só para crianças, aí desisti. Por isso tudo é uma arte, umas úteis e outras ainda mais úteis.

Mariana Teixeira